3/5/2026
Regressão Automatizada: o que considerar antes de partir para essa estratégia


Júlio Viegas
Co-founder
8/5/2026
Em 2025, a expectativa é que o país tenha 100 milhões de objetos conectados, segundo a pesquisa da Teleco (empresa de consultoria em telecomunicações), divulgada em novembro. Já são 20 milhões! A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) afirma que hoje há 2,5 milhões de dispositivos transmitindo dados para sistemas sem intervenção humana em operação no Brasil.
Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT) é um termo usado para descrever a evolução da Internet, com objetos "inteligentes", as "coisas", ligadas entre si pela rede. As coisas podem ser: computadores portáteis, smartphones, tablets, GPSs, óculos, elevadores, geladeiras e outros eletrodomésticos, máquinas industriais, medidores inteligentes, carros, televisores, lousas e até equipamentos de ginástica, trazendo para a realidade o mundo fictício dos Jetsons.
A ABINC (Associação Brasileira de Internet das Coisas) estima que em 2050 serão 50 bilhões de objetos conectados, incluindo até implantes humanos.
Quando conectado, um aparelho como esse coleta informações para usá-las posteriormente, deixando seu desempenho cada vez mais inteligente. Enquanto alguns aparelhos podem ser até vestíveis, como o Google Glass e os smartwatches, outros deles disponíveis no nosso país ainda têm baixa complexidade de conexão, como os carros. Hoje, são 5,8 milhões de veículos com sistema de pagamento de pedágio integrado rodando aqui, o que não quer dizer que todos os motoristas já usem essa conexão.Um dos fatores que impede que mais aparelhos com essa tecnologia entrem no Brasil é atributação, que ainda é muito alta. Se as taxas fossem mais baratas, a perspectiva dobraria - em 2025, poderiam ser 200 milhões de objetos conectados. Só o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) corresponde a 40% dos custos médios dos terminais de comunicação. Além dos tributos, as operadoras brasileiras também pagam ao governo uma tarifa de R$ 13,41 a cada linha mantida com conexão ativa com a internet.

A primeira coisa que você deve considerar é que essa iniciativa não é válida apenas para grandes empresas. Ainda que geladeiras inteligentes já sejam capazes de reproduzir a tela do smartphone do dono em sua porta e você não seja um fabricante de geladeiras, saiba que pequenas, médias empresas ou startups também podem - e devem - se aventurar nesse mundo.Um dos usos mais comuns é coletar dados para gerenciamento do consumo de energia. Mas sua empresa também pode aplicar a Internet das Coisas em outros momentos, como:
Para minimizar essas barreiras, o Ministério das Comunicações está preparando uma política nacional de incentivo e regulamentação do tema. A intenção é que ela seja uma base para o futuro Plano Nacional de Comunicação entre Máquinas (M2M) e Internet das Coisas (IoT), com diretrizes voltadas à estimular mais empresas a investirem em projetos do tema no nosso país.
O Ministério das Comunicações aponta que o Brasil já é o quarto maior mercado no mundo em conexões móveis entre máquinas.
Durante esse período de elaboração do primeiro esboço, empresas de telecomunicações, fabricantes de equipamentos, alunos e professores universitários, representantes do governo e da sociedade civil se reuniram três vezes para conversar sobre o potencial da tecnologia e os desafios que o país enfrenta para alcançar novos investimentos na área.O Ministério aponta que o Brasil já é o quarto maior mercado no mundo em conexões móveis entre máquinas e afirma que essa conexão pode tornar a gestão do país mais eficiente. O time que vêm se reunindo para elaborar o projeto definiu sete áreas que deverão ser prioritárias para investimentos: agricultura, cidades inteligentes, educação, energia, logística, saúde e produtividade industrial. Para finalizar, o grupo está concluindo como será a regulação das empresas, a tributação de produtos e serviços, os requisitos de segurança dos dados e a capacitação de pessoas para trabalhar em projetos.Já o órgão ABINC foi fundado sem fins lucrativos em dezembro de 2015, para representar todos os interessados em trabalhar com essa tecnologia, sejam eles empresas, empreendedores ou desenvolvedores. Segundo a própria associação o objetivo é que eles consigam “transitar pelas instituições acadêmicas e de pesquisa técnica que lideram os avanços dos diversos protocolos, modelos técnicos, abordagens etc”, representando o mercado frente às autoridades como o Ministério das Comunicações e órgãos como a Anatel.

Júlio Viegas
Co-founder
Cofundador da Sofist. Empreendedor há mais 10 anos na área de software, formado em Ciência da Computação pela Unicamp.
Aspecto
Outsourcing
tradicional
Crowd-testing
One Day Testing
Contratação ágil, execução e entrega de resultados
Ruim
Médio
Ótimo
Preserva a confidencialidade dos seus dados e software
Ótimo
Ruim
Ótimo
Teste as habilidades da equipe
Ótimo
Imprevisível
Ótimo
Controle sobre a execução do teste
Ótimo
Ruim
Ótimo
Comunicação entre o cliente e a equipe de teste
Ótimo
Ruim
Ótimo
Elasticidade para lidar com oscilações de demandas de testes
Ruim
Ótimo
Ótimo
Custos de aquisição e manutenção
Ruim
Médio
Ótimo