3/5/2026
Regressão Automatizada: o que considerar antes de partir para essa estratégia


Bruno Abreu
Co-founder e CTO
8/5/2026
A tecnologia nos traz duas grandes possibilidades de interação com a realidade: visitar um lugar diferente sem ir de fato até lá ou explorar novas informações no ambiente em que estamos. Para usá-las, é preciso um aplicativo ou até mesmo um aparelho específico. Você sabe diferenciar e está preparado para aplicar cada uma delas no seu negócio?
Basicamente, a diferença é: a realidade virtual transporta você para um ambiente diferente, 100% virtual, criado por um computador, com o uso de acessórios como os “oculus rift”, por exemplo, ou outros semelhantes que bloqueiem sua visão do mundo real, para que sua imersão seja mais completa. Já na realidade aumentada você continua vendo o mundo real, mas com a projeção de conteúdos complementares: ela adiciona a possibilidade de explorar mais o local onde você está, interagindo com seu smartphone.
Podemos confundir a aplicação de cada uma dessas realidades porque ambas estão relacionadas a experiências virtuais que atuam na maneira como nós percebemos o mundo, mas a interação com cada uma é diferente. Vamos conferir então como cada uma está sendo usada.
O foco da realidade virtual é substituir a visão do mundo real por um conteúdo digital - por isso o nome virtual. Você pode visitar uma exposição virtual de um museu em outro país, por exemplo, a partir do sofá da sua casa.
Como não se vê o mundo real ao mesmo tempo (ela só funciona com o uso obrigatório de óculos ou capacete de imersão), é possível oferecer sensações de tamanho, espaço e profundidade. A imagem gerada pelos óculos ou capacetes não fica estática: ela acompanha a movimentação que o usuário fizer, andando ou virando o corpo. Além dos estímulos visuais, as experiências em realidade virtual podem incluir sons, adicionando-se o uso de fones de ouvido.
Em 2016, estive no Mobile World Congress em Barcelona e tive a oportunidade de vivenciar várias experiências com realidade virtual, inclusive esta da Samsung com seu óculos VR. Neste caso, o uso das cadeiras que simulavam a experiência de uma montanha russa deu uma bela incrementada e posso garantir que a sensação foi muito similar à situação real. Veja o vídeo que fiz acima enquanto outras pessoas experimentavam o óculos.

Ela pode ser usada em:
Já a Realidade Aumentada, por sua vez, funciona projetando novos conteúdos (imagens, textos, objetos 3D) na visão real que temos no momento. Seria possível, por exemplo, visualizar informações complementares sobre determinada obra, caso você estivesse realmente visitando uma exposição em um museu.
Para usá-la, não é necessário ter um óculos ou capacete de imersão: com tablets ou smartphones já é possível experimentar a sobreposição de componentes digitais com o ambiente real. Aparelhos específicos também já cumprem essa função, como os óculos Hololens ou o Google Glass.
Ela pode ser usada em:



A realidade virtual transporta você para um ambiente pronto e diferente sem que você saia do lugar, enquanto a realidade aumentada permite que você receba novas informações do ambiente em que você está.
Se você quiser saber mais sobre a realidade virtual e como ela fará parte de diversas áreas, pode ler mais aqui nesse artigo do Júlio. E, se você tem dúvidas sobre a implantação de realidade virtual ou aumentada no seu negócio, podemos apoiá-lo com testes, simulando não apenas a experiência com óculos, mas identificando pontos que podem ser aprimorados. Se você vai utilizar realidade aumentada, é essencial validar seu produto em vários dispositivos, afinal nem todos oferecem o suporte para o uso deste tipo de tecnologia. Já pensou investir pesado em um belo produto inovador que não opera corretamente nos dispositivos mais vendidos?
Entre em contato comigo pelo e-mail bruno.abreu@sofist.com.br ou ligue (19) 3291-5321. Será um prazer ajudar!

Bruno Abreu
Co-founder e CTO
Bruno Abreu é CTO da Sofist e mestre em Ciência da Computação pela Unicamp. Palestrante experiente e autor, tem artigos publicados em Exame, IT Forum e The Shift. Apaixonado por liderança e operações, qualidade e testes de software, e cervejas artesanais. Pai de uma menina.
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