3/5/2026
Regressão Automatizada: o que considerar antes de partir para essa estratégia


Bruno Abreu
Co-founder e CTO
8/5/2026
Um dos grandes desafios das empresas é atingir seus clientes de maneira efetiva, ser a primeira opção quando eles estão fazendo uma busca. Já pensou como seria fantástico se a sua estratégia de marketing fosse tão assertiva a ponto de você alcançar seu cliente diretamente no celular dele?
Isso já é possível com a geolocalização, um processo que possibilita encontrar um objeto usando suas coordenadas pelo GPS (para lugares abertos, como ruas) ou coordenadas de localização indoor (para ambientes fechados, como shoppings). Como hoje praticamente todo mundo tem um smartphone, localizar esses aparelhos significa localizar os clientes que você tanto procura.
De modo geral, as pessoas usam geolocalização para obter rotas no trânsito, buscar por um serviço próximo de onde estão, compartilhar check-ins em redes sociais para dividir sua localização com os amigos e até chamar um motorista para voltar para casa.
Um exemplo é o aplicativo Waze, que de forma colaborativa oferece as rotas com dados sobre as condições de trânsito que os próprios usuários vão alimentando no sistema. O game Pokemon Go também usa a geolocalização – ao abrir o jogo, seu personagem aparece em uma mapa lúdico exatamente da região onde você está.
Um dos usos possíveis é através do geomarketing: ele é a união do uso desses mecanismos de geolocalização com as estratégias de negócio, ajudando e potencializando desde o planejamento da divulgação até o monitoramento de resultados.
Imagine, por exemplo, que uma pizzaria seja capaz de mapear a localização dos seus consumidores, visualizando qual a distância que eles percorreram para chegar até o restaurante. Com esse resultado, é possível entender geograficamente onde há demanda de mercado para abrir uma segunda unidade da empresa.
Com esse resultado, é possível entender geograficamente onde há demanda de mercado para abrir uma segunda unidade da empresa.
Considerando o mapa de movimentação dos clientes em busca do produto, as campanhas de marketing podem ser direcionadas para obter mais retorno. É fazer a comunicação do seu produto para clientes que já estão na localização desejada, tornando a oferta mais apropriada.
Dentro do geomarketing, pode-se usar também o “geofencing”: significa criar espécies de cercas virtuais para uma determinada área geográfica. Após definir o local, a empresa pode enviar notificações (push), e-mails e até mensagens de texto para um cliente ou possível cliente que entrar nesta área.
Imagine, por exemplo, entrar em uma praça de alimentação de um shopping e ser avisado pelo celular que você terá um desconto se for tomar sorvete em determinado quiosque próximo de você. Isso te deixará muito mais propenso a consumir a sobremesa, não é? Afinal, já está perto… tem desconto… perfeito! Esse é um uso claro de geofencing, pois você não seria notificado dessa promoção na sua casa ou no seu trabalho: ela se dá com a proximidade da sorveteria.
Assim, o geomarketing pode se valer dessa estratégia para enviar cupons de desconto virtuais, novidades, avisos de promoções, anúncios personalizados e até avisar sobre a proximidade de amigos, em caso de uma rede social. Dessa maneira, você gentilmente mostra ao seu cliente que aquilo que ele quer ou precisa está a poucos metros de distância, apresentando sua marca e se colocando à disposição para atendê-lo.

Com o geomarketing, podemos planejar também aquisição de novos clientes, como faz a rede de ensino Kumon. Em entrevista ao Jornal do Comércio, o diretor de marketing da empresa conta que um dos estudos da área apontou que os pais não gostam de se deslocar muito para levar seus filhos para a aula. Por isso, o Kumon usa geomarketing para localizar novos lugares em que ainda não há presença da rede e até mesmo para posicionar de maneira mais efetiva as unidades que já existem, rentabilizando melhor os franqueados.
Você pode definir com sua equipe qual o melhor momento para falar com o seu cliente – antes, durante ou depois da compra – de acordo com a localidade dele – consumidores próximos à loja, dentro do ponto de venda ou que já visitaram o comércio. Cada caso exige uma comunicação específica para que você tire o melhor resultado.
Para quem está perto, essa é sua chance de atrair esse cliente para dentro do seu estabelecimento com grandes possibilidades de fechar a venda. O público que já entrou e está andando indeciso pela sua loja pode ser convencido com uma oportunidade de aproveitar uma promoção, recebendo um cupom de desconto, por exemplo. Já para os clientes que já visitaram seu comércio, essa é a oportunidade de confirmar que sua marca ficou gravada na memória dessa audiência.
Claro que vale! Qualquer empresa que ofereça um produto ou serviço pode usar a geolocalização para melhorar seu desempenho. Veja alguns exemplos:
Para alcançar o público de maneira efetiva, é importante saber filtrar os momentos mais apropriados em que ele está disposto a consumir. Segundo o Google, 94% dos usuários de smartphones procuram por informações em seus aparelhos enquanto estão em meio a tarefas, ou seja, o desafio é atingir o público durante esse intervalo. Para saber mais sobre como fazer isso, recomendo a leitura desse artigo aqui, onde mostrei como preparar seu negócio para atingir os clientes nesses micro momentos.
Se você tem dúvidas sobre a implantação de geolocalização no seu negócio, a equipe da Sofist pode te orientar e fazer testes relacionados ao tema para você. Entre em contato comigo pelo e-mail bruno.abreu@sofist.com.br ou ligue (19) 3291-5321. Será um prazer ajudar!

Bruno Abreu
Co-founder e CTO
Bruno Abreu é CTO da Sofist e mestre em Ciência da Computação pela Unicamp. Palestrante experiente e autor, tem artigos publicados em Exame, IT Forum e The Shift. Apaixonado por liderança e operações, qualidade e testes de software, e cervejas artesanais. Pai de uma menina.
Aspecto
Outsourcing
tradicional
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Contratação ágil, execução e entrega de resultados
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Preserva a confidencialidade dos seus dados e software
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Custos de aquisição e manutenção
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